Passe Livre!

A organização do V Encontro sobre Ensino de Música para pessoas com Deficiência Visual e III Seminário de Música e Inclusão disponibilizará de transporte para seus participantes para o seguinte trecho: translado a partir da parada do circular (nas proximidades do Shopping Via Direta) até a Escola de Música. O transporte terá a identificação do evento (V EMDV) e sairá às 7h30min e ás 8h (manhã) – nos três dias do evento – e às 18h30min e às 19h (noite) – nos dias 12 e 13/10.

Terão acesso a esse serviço:

  • Aqueles que apresentarem o comprovante de inscrição no evento, acompanhado de documento com foto;
  • Aqueles que estiverem com a camisa do evento;
  • Ou quem apresentar cópia impressa do comunicado enviado pelo Sigaa.

 

Anúncios

TRABALHOS APROVADOS

PÔSTER

12/10/2017 – 18h – Hall da EMUFRN

SINERGIA EM MÚSICA: um estudo sobre a interação professor-professor no projeto de extensão Som Azul da EMUFRN

Raiane Silmara Nascimento da Silva

Resumo: O presente trabalho é tema da monografia da autora, cuja pesquisa ainda está em andamento, por essa razão traz apenas algumas considerações sobre o tema.  Esse estudo visa compreender o processo de interação professor-professor no projeto de extensão Som Azul, grupo esse voltado para o ensino de música para adolescentes e adultos com autismo, e como esse processo de interação influencia no desenvolvimento musical dos alunos envolvidos no referido projeto na perspectiva dos professores/monitores atuantes. Trago alguns autores que foram contemplados durante a pesquisa, tais como RAPOSO; MACIEL (2005) PACHECO (2007); ZEICHNER, que tratam da importância dessa interação. No estudo, apresenta também o termo Sinergia aplicado à educação musical a partir do estudo do termo em outras áreas de conhecimento.

COMUNICAÇÕES ORAIS

12/10/2017 – 18h15min – Auditório Onofre Lopes

A VISÃO MUSICAL NUMA PERSPECTIVA INCLUSIVA:  um relato de experiência.

Jailton Barbosa Zuza e Luzia Mirnia Vieira Fernandes

Resumo: O termo inclusão abrange não só os sistemas educacionais de ensino, mas sobretudo todos os contextos sociais, pois incluir é fornecer meios e condições para que as pessoas com deficiência possam se desenvolver com qualidade. Nesse sentido, o presente artigo é fruto de um relato de experiência desenvolvido com vinte e um alunos deficientes visuais (cegos e baixa – visão), compreendidos na faixa etária entre dezesseis e oitenta e oito anos de idade, no Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos – IERC, instituição essa localizada na cidade do Natal – RN. O trabalho busca descrever o processo de criação e composição do atual coral da instituição intitulado de ‘’Vozes do Coração’’. Tais informações foram coletadas junto àqueles que estavam presentes desde o início da formação do grupo. Nessa produção ressaltamos desde o papel do regente e a sua forma de reger um coro composto por pessoas com limitações visuais, passando pelo processo de seleção das músicas para compor o repertório do grupo até as mudanças implementadas. Por se tratar de um projeto que ainda está dando os seus primeiros passos, porém já com resultados significativos, é que enfatizamos ao final a real necessidade de continuidade do mesmo.

12/10/2017 – 18h35min – Auditório Onofre Lopes

O ENSINO DE VIOLINO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: relatos e propostas para o ensino da empunhadura e da condução do arco

Luiz Alberto Amorim de Freitas

Resumo: O presente artigo sintetiza e dialoga qualitativamente com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de mesmo título deste texto. Visando propor ponto de partida e caminho possíveis para pesquisas avançadas sobre o ensino de violino para pessoas com deficiência visual, temática até então inexplorada no Brasil, Freitas (2015) empreende incursão controversa em âmbito acadêmico: analisar criticamente as conclusões de seu próprio professor de violino, sobre seus próprios resultados enquanto estudante de violino. Os vestígios da atividade violinística no Instituto Benjamin Constant e pesquisas bibliográficas reportados por Freitas (2015), revelam o caráter crônico das lacunas metodológicas no ensino do violino para pessoas com deficiência visual, projetadas para além dos limites da pedagogia do violino mesmo não especializada. O depoimento do professor de violino Rafael Ferronato (2015), e referências da pedagogia violinística brasileira e mundial dão suporte a essa constatação. Como intervenções corretivas aos problemas técnicos detectados na performance do estudante em questão, Ferronato estimula dois aspectos técnicos: a mobilidade e flexibilidade dos dedos, e a percepção dos pontos de contato. Baseando-se em suas próprias observações em seus estudos individuais e em obras de referência especializadas, Freitas (2015) propõe o estudo psicomotor da sensação direcional da adequada condução de arco numa abordagem específica para pessoas com deficiência visual, em acréscimo aos referenciais visual-sinestésicos herdados da pedagogia violinística não especializada.

13/10/2017 – 18h – Auditório Onofre Lopes

ALFABETIZAÇÃO MUSICAL DE JOVENS E ADULTOS CEGOS – Projeto Esperança Viva

Evandra de Medeiros Zanetti

Resumo: O objetivo desse artigo é propor maior atenção quanto à alfabetização musical do aluno cego, além de repensar como preparar o terreno até a fase de iniciação à musicografia Braille através de vivências significativas dos elementos de música com práticas pedagógicas que envolvam o canto, movimento, percepção espacial, auditiva, rítmica…, para que os mesmos possam perceber e associar, compreender pela experiência e só mais tarde partir para o simbólico. Autores como Viviane Louro defende de forma clara o quão necessário se torna essa preparação para chegar até a escrita.

13/10/2017 – 18h20min – Auditório Onofre Lopes

MÚSICA PARA TODOS: o protagonismo musical da família de pessoas com autismo

Liana Monteiro de Araújo

Resumo: Esse artigo é resultado de um relato de experiência, que convida o leitor e pesquisadores da área de educação musical a promover o protagonismo musical de famílias de pessoas com autismo. Apontamos alguns projetos em música com essa mesma abordagem e relatamos as práticas pedagógico-musicais vivenciadas. Como resultados evidenciaram-se desde os ganhos de conhecimento prático musical, como o uso correto de materiais relacionados à música; socialização, onde são criadas oportunidades para os pais se conectarem com outras famílias, e fortalecer a interação com seus filhos; e ganhos emocionais, quando constatamos a redução do stress, aceitação de sua condição e valorização da autoestima.

13/10/2017 – 18h40min – Auditório Onofre Lopes

A EDUCAÇÃO MUSICAL APLICADA A UM GRUPO DE ESTUDANTES CEGOS E AUTISTAS: um estudo de caso aplicado no Instituto de Cegos da Bahia

Kátia Daniela Cucchi

Resumo: Este trabalho refere-se à pesquisa de Doutorado (em andamento), que tem como objetivo geral refletir sobre os benefícios alcançados por um grupo de educandos cegos/autistas do Instituto de Cegos da Bahia (ICB), mediante a aplicação de uma Oficina de Música. Os seus objetivos específicos são: 1. Apresentar a fundamentação teórica pertinente aos temas afins; 2. Construir o Programa da Vivências Musicais a ser aplicado no ICB; 3. Aplicar a Oficina de Música a um grupo de educandos cegos e autistas do ICB; e 4. Avaliar a aplicação da Oficina de Música aos educandos mencionados. Esta pesquisa justifica-se pela constante necessidade de se promover o ensino de qualidade no Instituto de Cegos da Bahia, assim como de promover aos educandos cego/autistas do ICB, caminhos educacionais mais significativos. Neste caso, inserindo o ensino de música como um conhecimento imprescindível para a promoção da qualidade de vida da população estudada. Assim, pretende-se responder ao problema “como o ensino de música, mediante a aplicação de vivências musicais na Oficina de Música poderá auxiliar, significativamente, os educandos cegos/autistas do ICB? Sua metodologia é representada pelo Estudo de Caso, tendo sua fundamentação teórica ancorada em leis e autores que versam sobre o ensino de música, a educação especial/inclusiva, a deficiência visual e o autismo. Este trabalho refere-se à pesquisa de Doutorado (em andamento), que tem como objetivo geral refletir sobre os benefícios alcançados por um grupo de educandos cegos/autistas do Instituto de Cegos da Bahia (ICB), mediante a aplicação de uma Oficina de Música. Os seus objetivos específicos são: 1. Apresentar a fundamentação teórica pertinente aos temas afins; 2. Construir o Programa da Vivências Musicais a ser aplicado no ICB; 3. Aplicar a Oficina de Música a um grupo de educandos cegos e autistas do ICB; e 4. Avaliar a aplicação da Oficina de Música aos educandos mencionados. Esta pesquisa justifica-se pela constante necessidade de se promover o ensino de qualidade no Instituto de Cegos da Bahia, assim como de promover aos educandos cego/autistas do ICB, caminhos educacionais mais significativos. Neste caso, inserindo o ensino de música como um conhecimento imprescindível para a promoção da qualidade de vida da população estudada. Assim, pretende-se responder ao problema “como o ensino de música, mediante a aplicação de vivências musicais na Oficina de Música poderá auxiliar, significativamente, os educandos cegos/autistas do ICB? Sua metodologia é representada pelo Estudo de Caso, tendo sua fundamentação teórica ancorada em leis e autores que versam sobre o ensino de música, a educação especial/inclusiva, a deficiência visual e o autismo.

 

Submissão de trabalhos

O prazo final para submissão de trabalhos do tipo comunicação oral e pôster, foi prorrogado para o próximo Domingo, dia 01 de outubro. Acesse todas as informações para envio na aba TRABALHOS.

Nossa história

O Encontro sobre Ensino de Música para pessoas com Deficiência Visual, está em sua quinta edição, e vem desde 2013, reunindo pessoas de diversas partes do país e até fora dele, para tratar de um assunto cada vez mais pertinente. Inclusão. Educação e Música.

São cinco anos de experiencias trocadas e adquiridas. E você faz parte dessa história!

Para você que quer conferir um pouco das edições passadas, aí vão os links dos sites de cada edição. Ou se preferir, confere nossa página no Facebook, @emdv2017.

II Edição (2014)
encontroemdv.wordpress.com
III Edição (2015)
emdv2015.wordpress.com
IV Edição (2016)
encontroemdv2016.wordpress.com

Oficinas

Confiram neste pôster todos os convidados que estarão conosco no V Encontro sobre Ensino de Música para pessoas com Deficiência Visual e III Seminário de Música e Inclusão, com as respectivas oficinas prestadas.

Iremos postar diariamente em nossa página no Facebook, um pouco mais sobre cada Oficina e Palestrante. Se não nos segue ainda, não perca mais tempo e acesse @emdv2017 agora mesmo!

Não esquece de conferir nossa aba Inscrições e fazer a sua!

Comunicado

Pedimos aos participantes que efetuaram suas inscrições no período de 18 a 23 de agosto, que façam novas inscrições. Devido um problema técnico não conseguimos recuperá-las!

 

Att,

Equipe EMDV!

Um novo encontro marcado!

É com grande satisfação que lhe convidamos a participar do V Encontro sobre Ensino de Música para Pessoas com Deficiência Visual e III Seminário de Música e Inclusão, a ser realizado no período de 12 a 14 de outubro deste ano. O evento é uma realização da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMUFRN), em parceria com a Comissão Permanente de Apoio a Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais (CAENE), Pró Reitoria de Extensão (PROEX), tendo como apoiadores a Arte Musical®, CREDSUPER e Curso de Letras/Libras da UFRN.

Estamos preparando algo bem especial para você. Nosso site ainda está em construção. No entanto, informamos que está previsto para entrar no ar logo em breve. Não deixe de nos acompanhar e saiba tudo sobre o V EMDV. Além de palestras, apresentações culturais, oficinas e minicursos, teremos espaço para apresentação de trabalhos (pesquisa) nas modalidades de pôster e comunicação oral. Encontre no menu Trabalhos, as normas para submissão dos mesmos.

Temos a certeza de que o Encontro será um momento ímpar de intercâmbio de experiências e crescimento acadêmico e profissional na área. Assim, esperamos contar mais uma vez com a sua participação!

Att.,

Equipe EMDV.

Site no WordPress.com.

EM CIMA ↑